@Prof_Anastasia: Duda Mendonça disse que não veio a Minas para perder... um de nós dois esta errado! #SOUMAISEU...rss!@zeppelim
Atual governador de Minas Gerais, o advogado e professor Antonio Anastasia foi o coordenador do Choque de Gestão, o programa que norteou os dois mandatos de Aécio Neves, entre 2003 e 2010. Com o objetivo de “gastar menos com o governo para gastar mais com o cidadão”, o Choque de Gestão é reconhecido como a mais importante iniciativa de administração pública em curso no Brasil, pelos resultados obtidos.
Antonio Anastasia tem 20 anos de sólida experiência na administração pública. Em Brasília, de 1995 a 2000, exerceu a função de secretário-executivo dos ministérios do Trabalho e da Justiça, o segundo cargo em importância. Ocupou interinamente o cargo de ministro do Trabalho, em 1998. Em Minas, no governo de Hélio Garcia, como secretário de Estado, esteve à frente das áreas de Administração, Recursos Humanos e Cultura, além de ter sido secretário-adjunto de Planejamento e presidente da Fundação João Pinheiro.
Blog do Anastasia
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
PROF. ANASTASIA
domingo, 19 de setembro de 2010
Prefeitos mineiros que apóiam Dilma censuram Lula e Hélio
sábado, 18 de setembro de 2010
PMDB teme que o caso Erenice resvale em Costa
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
“Somos Minas Gerais” esclarece afirmações incorretas de Hélio Costa
“Somos Minas Gerais” esclarece afirmações incorretas de Hélio Costa
1 – É incorreta a declaração feita pelo candidato do PMDB, Hélio Calixto Costa, de que o Governo de Minas não assinou o PAC das Cidades Históricas. Na verdade, o Governo de Minas é parceiro do Governo Federal neste programa desde o lançamento no Estado, realizado em Ouro Preto, em 21 de outubro de 2009 , com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do então governador Aécio Neves.
Na mesma ocasião, o Governo de Minas, por meio da Cemig, o Governo Federal, por meio do Iphan, e o presidente da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais assinaram protocolo de intenções para implantação de cabeamento subterrâneo em 27 cidades históricas no Estado, em substituição à rede elétrica existente. Um investimento R$ 34 milhões divididos igualmente entre o Governo de Minas e o Governo Federal. O processo de transferência da rede elétrica encontra-se atualmente em entendimentos entre a Cemig e empresas de telefonia.
O Governo de Minas e a Superintendência do Iphan em Minas Gerais, órgão ligado ao Governo Federal, já finalizaram também os documentos necessários ao convênio do PAC das Cidades Históricas, e aguardam apenas o fim do período eleitoral para a assinatura do mesmo. O Estado interrompeu a assinatura de quaisquer convênios no período de três meses que antecedem à data das eleições em cumprimento da lei eleitoral.
2 – Ao contrário do que disse o candidato Hélio Calixto Costa, o Hospital Regional de Varginha não é estadual.
Mesmo não tendo a gestão sob a responsabilidade do Estado, o Hospital Regional de Varginha já recebeu R$ 4,3 milhões em investimentos do Governo do Estado desde 2003. Apenas no último mês, foram repassados R$ 330 mil, através do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos SUS Minas Gerais (ProHosp).
Os recursos foram aplicados na compra de material para a maternidade e UTI neonatal, no atendimento e na construção da Casa da Gestante de Alto Risco, compra de equipamentos e na manutenção e custeio do hospital. Os investimentos feitos pelo Estado permitiram melhorias que credenciaram o hospital junto ao SUS para realizar cirurgias cardíacas.
Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais” – 15/09/2010 – Assessoria de Imprensa
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Sobre Patrus Ananias: mantras ou mitos?
Sobre Patrus Ananias: mantras ou mitos
Fui presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais da Assistência Social, de 2004 a 2010. Participei da Comissão Intergestora Tripartite da Assistência Social, durante todo este período, e fui, por quatro anos, membro do Conselho Nacional de Assistência Social. Participei do processo histórico de implantação do Sistema Único da Assistência Social e da Unificação dos Programas de Transferência de Renda no Bolsa Família. Rodei o Brasil todo nesses quase seis anos de presidente do Congemas e, todos nós, que atuamos na assistência social, sabemos que Minas foi um Estado que serviu de exemplo para tantos outros Estados da Federação nas questões sociais.
A primeira e única vez que o Ministério do Desenvolvimento Social publicou o Ranking das Gestões Estaduais da Assistência Social foi em 2007, e quem estava em primeiro lugar era Minas Gerais. Minas foi o primeiro Estado a entregar seu Pacto de Aprimoramento da Gestão da Assistência Social, foi o Estado que desenvolveu a estratégia vitoriosa de garantir que 100% dos seus municípios estivessem no SUAS e que implantou políticas integradas que resultaram em mudanças significativas em seus indicadores sociais. Também foi o primeiro Estado a implantar o financiamento direto para as cidades fundo a fundo.
O ex-ministro precisa urgentemente ler o relatório da Organização das Nações Unidas sobre as 8 Metas do Milênio. Constatará que Minas, com cinco anos de antecedência, atingiu praticamente todas as metas. Mas, deve ir além, e buscar informação sobre o Programa Poupança Jovem e seu efetivo resultado no combate à evasão no ensino médio. Minas, hoje, entre os Estados Brasileiros, tem uma das menores taxas de evasão, que é de 12%; a maioria dos Estados Brasileiros tem entre 16 a 24%. Deve conhecer de perto a experiência do Programa Travessia e saber como uma estratégia integrada muda a vida das pessoas mais pobres.
Deve observar que, enquanto a taxa bruta de mortalidade materna está alta em todo país, com média de 75 mortes a cada 100 mil nascidos vivos, Minas tem a terceira menor taxa – 39 a cada 100 mil nascidos vivos. E que a taxa bruta de mortalidade infantil do Estado também está entre as três menores (17 a cada 1 mil nascidos vivos), enquanto que a média Brasil é de 21 a cada 1 mil nascidos vivos.
O Resultado do IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica mostrou que Minas Gerais está à frente (4.3), ultrapassando a média brasileira. O Estado tem uma das menores taxas de analfabetismo (8%) e está, ainda, entre os três Estados que têm os melhores indicadores em condições habitacionais.
Em relação à segurança alimentar temos, hoje, no Brasil, 9,2% de famílias que se alimentam de maneira normalmente insuficiente, já em Minas Gerias, este número cai para 7,50%.
Minas, através dos governadores Aécio e Anastasia, fez a consolidação da presença do Estado de forma firme na vida das pessoas que vivem das proteções sociais para que estas pudessem deixar a pobreza de forma sustentável. Em Minas, não se desenvolve o modelo que defende o ex-ministro da gestão diária da pobreza. Em Minas, queremos que a pobreza seja superada de forma definitiva.
Quando o ex-ministro fala que o governo federal investiu 4 bilhões de reais em Minas por ano, ele deve acrescentar que estes recursos seriam investidos com ele no ministério ou com um gaúcho ou com um acreano. São recursos em grande parte constitucionais, como o Benefício da Prestação Continuada, voltado para idosos e pessoas com deficiência, implantado no Brasil em 1996 pelo governo do PSDB. O Bolsa Família foi implantado em Minas em ampla parceria com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, pois os 1400 funcionários que o ex-ministro diz ter no MDS não interagem diretamente com as cidades e, sim, com os governos estaduais que pela normatização nacional faz toda gestão com as cidades.
Desenvolver Políticas Sociais continuadas não é um favor que se faz à população. É uma obrigação e um dever ético. O Estado brasileiro vem estruturando suas políticas sociais de forma continuada desde 1993 com a promulgação da Lei Orgânica da Assistência Social.
Eu conheci durante todos estes anos Estados brasileiros que deixaram a própria sorte a gestão da assistência social e não me recordo de ver o então ministro cobrando dos governadores uma mudança no rumo, e me entristeço de ver que, da mesma forma, um professor universitário, um político experiente ou mesmo um homem de bem como é o ex-ministro não consiga avaliar os fatos e os dados e perceber que em Minas houve e há uma das mais sérias políticas de combate à pobreza na América Latina e que a parceria entre o governos Federal, estadual e as Prefeituras não é uma forma de governar e, sim, a única forma de avançar.
É claro que existe uma vontade do ex-ministro de dizer que Minas não avançou, mas para isso é preciso mostrar dados sociais negativos. Como isso nunca poderá ser feito, o ex-ministro tem duas opções: assumir com responsabilidade que Minas Gerais tem uma estratégia de desenvolvimento social eficiente e comprovada ou continuar com seu mantra particular, pois o mito ele não conseguiu criar.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Daqui a pouco ele (Hélio Costa) cobrará também dos eleitores
Narcio a Hélio Costa: “Daqui a pouco ele cobrará também dos eleitores”
Depois a campanha dele reclamou que o PT não está se engajando e, agora, responsabiliza os empresários que não estariam apoiando a sua candidatura. Daqui a pouco ele cobrará também dos eleitores, porque não estão demonstrando a intenção de votar nele.”
Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais” – 29/08/2010 – Assessoria de Imprensa
terça-feira, 24 de agosto de 2010
PSDB mineiro divulga manifesto de repúdio a atos de censura de Hélio Costa
PSDB mineiro divulga manifesto de repúdio a atos de censura de Hélio Costa e a pedido de prisão de blogueiro
Passado dos candidatos
Histórico de censura
Executiva Estadual do PSDB de Minas Gerais Juventude do PSDB de Minas Gerais
domingo, 22 de agosto de 2010
frase do dia
Angelo Roncalli
sábado, 14 de agosto de 2010
Agência Brasil desmente Hélio Costa sobre os Correios
Até a Agência Brasil desmente Hélio Costa sobre os Correios
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Debate na Band
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Hélio Costa consegue liminar no TRE para tirar vídeo do You Tube
Hélio Costa consegue liminar no TRE para tirar vídeo no YouTube. Assista antes que saia do ar…
Clique aqui e assista ao vídeo
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Deputados pedem abertura de inquérito contra Hélio Costa
Deputados pedem abertura de inquérito contra Hélio Costa por prejuízo de R$169 milhões aos cofres públicos
Deputados federais de quatro partidos pediram nesta quarta-feira à Procuradoria-Geral da República abertura de inquérito criminal por crime de peculato contra o ex-ministro das comunicações e candidato ao governo de Minas Gerais, senador Hélio Costa (PMDB).
Candidato é acusado de provocar um prejuízo de R$169 milhões aos cofres públicos. Costa, juntamente com o ex-presidente da Telebrás, Jorge Motta e Silva, é acusado de permitir o pagamento de um acordo extrajudicial de R$253,9 milhões envolvendo contratos de serviços 0900 (de sorteio de prêmios) entre a estatatal e a VT UM Produções.
A empresa pertence ao empresário Uadji Menezes Moreira, amigo do ex-ministro. Parecer do Ministério Público junto Tribunal de Contas da União aponta que os pagamentos foram feitos tendo como base laudos fraudados.
A representação pedindo a abertura do inquérito foi entregue nesta quarta-feira à vice-procurdadora-geral da República, Deborah Duprat, pelos deputados Raul Jungmann (PPS-PE), Carlos Sampaio (PSDB-SP), Chico Alencar (PSOL-RS) e Fernando Gabeira (PV-RJ). Eles argumentam que há fortes indícios de prática de crime e pedem urgência na abertura de inquérito para apurar o caso.
Até a AGU estranha pagamento
Até mesmo relatório da Advocacia-Geral da União (AGU), órgão do Poder Executivo, estranha o fato de a Telebrás não ter recorrido de sentença dada em processo movido contra ela pela VT UM, do amigo de Hélio Costa. Essa atitude provocou o rombo de R$169 milhões.
Diretor da Globo acredita em desvio para campanha de Costa
Segundo a revista Istoé, o acordo de R$253,9 milhões também atingiu antigas amizades de Costa e de Moreira. Relata a revista:
O diretor da Rede Globo Roberto Talma por exemplo, vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça para tentar garantir sua parte no que a VT UM recebeu da Telebrás. Ele diz ter ajudado Moreira financeiramente, em troca de 20% da bolada da Telebrás, conforme contrato registrado em cartório. Mas Talma diz não ter recebido nada. O diretor de tevê suspeita que o dinheiro tenha ido parar na campanha de Costa. “Acho que o Uadji já deu o dinheiro que tinha que dar para o Hélio Costa”, afirma Talma. “Por que, de repente, essa coisa toda é de graça? Pensa bem. O processo não tinha tramitado nem tinham julgado tudo. Havia recursos na Justiça”. É isso o que o Ministério Público quer saber.
Para ler no original: http://migre.me/12kD2
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Rádio Sucesso Fm Barbacena - Conflito de interesses
Hélio Costa e a rádio Sucesso FM, de Barbacena: uma longa história de “conflito de interesse”
DA SUCURSAL DO RIO
ANDREZA MATAIS
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
No final de sua gestão no ministério, Costa autorizou dois canais de retransmissão de TV no interior do Maranhão, para a Televisão Mirante, da família Sarney. Seria uma forma de garantir apoio do PMDB do Senado à Filardi, um dos últimos nomes confirmados por Lula para compor o novo ministério.
Marqueteiro manda esconder Hélio Costa
domingo, 01/08/2010, por Equipe do Blog
Lançado o “voto envergonhado”: marqueteiro manda esconder Hélio Costa na campanha
Na história política brasileira, foram inventados criativos nomes para os mais diferentes tipos de voto desde a instalação da República, em 1889.
O mais antigo talvez seja o “voto de cabresto”, pelo qual os “coronéis” do interior levavam um “curral eleitoral” inteiro das suas fazendas para votar em seus candidatos nas urnas da cidade.
Em 1959, surgiu o mais engraçado de todos: o “voto cacareco”. Era homenagem a um rinoceronte do zoológico de São Paulo, chamado Cacareco. O bicho teve o equivalente a 100 mil cédulas para vereador em decorrência de um movimento para se votar nulo na ocasião.
Agora, em 2010, a campanha de Hélio Costa acaba de lançar um novo tipo: o “voto envergonhado”, que tem tudo para entrar para a história da política brasileira, quem sabe até mesmo para a política universal.
Pois bem, a imprensa divulgou que o marqueteiro Duda Mendonça, “depois de avaliar as pesquisas qualitativas disponíveis na campanha do PMDB na disputa pelo governo do estado, mandou esconder o candidato Hélio Costa, por causa de sua imagem entre os eleitores”.
E mais: “Tanto que o nome não aparece nem no slogan que será usado, que tenta colar a imagem do candidato a vice Patrus Ananias (PT)”. O slogan é: “Dois grandes nomes, um só governo”. Confira na reprodução do jornal “Estado de Minas”, de 31/07/2010, logo acima.
O “voto envergonhado” em Hélio Costa traz uma perguntinha básica. Se era para esconder o Hélio Costa, por que não escolheram logo o Patrus Ananias para candidato?
Afinal, o que há para se esconder da imagem de Hélio Costa, entre os eleitores, como diz a notícia? A “quebra” dos Correios e a demissão dos dirigentes pelo presidente Lula, conforme está na “Folha de São Paulo” e na “Veja”? O favorecimento a um empresário pela Telebrás, segundo publicado na “Istoé”? Ou a participação vigorosa de Newton Cardoso em sua campanha, de acordo com o “Hoje em Dia”?
domingo, 1 de agosto de 2010
Revista “Veja”: os correios à beira do colapso com a gestão de Hélio Costa e a maior crise em 41 anos
Entrega-se catástrofe
As demissões nos Correios são um embuste: mudam-se os nomes, mas a estatal, cujos serviços estão à beira do colapso, mantém-se sob fisiologismo político
Os Correios, estatal que se consagrou como vitrine da corrupção no Brasil, passam pela mais severa crise dos seus 41 anos. Primeiro, o governo Lula fatiou a empresa entre operadores do PTB, do PMDB e…
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Revista Istoé: Reaberta investigação sobre R$ 254 milhões pagos pela Telebrás a amigo de Hélio Costa
Ministério Público reabre investigação sobre os R$ 254 milhões pagos pela Telebrás à empresa de amigo do ex-ministro das Comunicações Hélio Costa
O líder na corrida ao governo de Minas Gerais, Hélio Costa (PMDB), voltou a ser assombrado por um fantasma que o atormenta desde seus primeiros anos como ministro das…
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